Panagiotis Lafazanis, o ministro de Tsipras que se demitiu logo após a aprovação do novo acordo, em julho último, revelou que existia um plano do Syriza para dar um "golpe de Estado financeiro" na Grécia. Segundo Lafazanis, os radicais do Syriza iriam tomar pela força, visto ser um processo ilegal, as reservas em notas que estavam no Banco Central da Grécia, cerca de 20 mil milhões de euros. O governador do banco seria preso pelas forças revolucionárias durante o processo. O dinheiro serviria, segundo os esquerdistas radicais, para financiar o regresso ao dracma, visto que a Grécia não tinha sequer dinheiro para imprimir a nova moeda.
Quantos esquerdistas não desejariam que o mesmo acontecesse em Portugal?
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