Um aluno (daqueles que achamos que já não existem) enviou-me um vídeo lindíssimo e inspirador. Inevitavelmente, decidi partilhá-lo aqui n'O Subjectivo Objectivo. Vejam até ao fim. Vale bem a pena!
Ideias, opiniões, gostos, prazeres, fruições, sensibilidades e rotinas serão aqui registadas.
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quarta-feira, 6 de junho de 2012
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
A Arte de Liderar

Este é o título de um excelente artigo assinado por Ana Nobre na edição 513 da revista Focus.
"A capacidade de motivar colaboradores e orientá-los correctamente é uma porta para o sucesso de qualquer instituição. A arte de liderar um grupo que luta diariamente pelo mesmo objectivo é mais complexa do que se imagina.
A chegada de um novo líder à empresa implica pensamentos e situações inusitadas, tanto por parte do chefe, como do colaborador. O processo de mútua aprendizagem concerne ao superior hierárquico e também aos membros da equipa."
Surge o artigo publicado na dita revista a propósito da actual crise económica, uma vez que, mais do que nunca, uma decisão menos acertada poderá ter consequências graves para a empresa em questão. A crise do subprime representa, portanto, um desafio para qualquer gestor.
De acordo com a Focus, eis as onze principais características de um bom gestor:
1. Inova, não administra;
2. Não é uma cópia, mas um original;
3. Desenvolve mais do que mantém;
4. Centra-se nas pessoas e não na tecnologia ou capital;
5. Inspira confiança;
6. Possui visão de longo prazo;
7. Não imita, cria;
8. Desafia o satus quo;
9. Pensa estrategicamente;
10. Faz as coisas certas;
11. Ouve e aprende toda a vida.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
FIB - Felicidade Interna Bruta

Há sempre uma lição positiva a tirar aos olhos do optimista. Portugal apresenta a segunda maior quebra na taxa de inflação entre os 27 países da UE, mas tem os consumidores mais pessimistas da Europa. Não se diga que há uma certa - ainda que perfeitamente justificada, em tantos casos - tendência para a dramatização da fatalidade na realidade lusa. O país tem ainda os cidadãos mais pessimistas face à situação de emprego e à situação económica, com a confiança em baixa há demasiado tempo e revelando tendência para afundar-se cada vez mais. É hora de dar a volta à crise.
Sendo verdade que em várias sondagens, mais ou menos recentes, os portugueses aparecem teimosamente como um dos povos mais pessimistas do mundo, também não é mentira que, face às circunstâncias económicas actuais, é de supor que a tendência seja melhorar, porque pior é difícil.
A Felicidade Interna Bruta não substitui o Produto Interno Bruto, mas pode sem dúvida melhorá-lo. Uma atitude positiva, auto-confiante, na vida e no trabalho, leva ao aumento de produtividade e o mundo dos negócios vira-se cada vez mais para a exploração do conceito de felicidade. Prova disso é o facto da Psicologia Positiva ter passado a figurar no topo das disciplinas académicas mais concorridas nas mais reputadas universidades internacionais. As investigações sobre o que nos torna felizes envolvem psicólogos, sociólogos, filósofos, religiosos e, agora, também os economistas. Tudo em busca da fórmula mágica da alegria que faz o mundo avançar.
Há, portanto, razões para sermos mais optimistas e acreditarmos que um futuro melhor é possível.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
O Sonhador da Montanha Oriah

Não me interessa saber o que fazes para ganhar a vida. Quero saber o que desejas ardentemente, se ousas sonhar em atender aquilo pelo qual o teu coração anseia. Não me interessa saber a tua idade. Quero saber se tu te arriscarás a parecer um tolo por amor, por sonhos, pela aventura de estar vivo. Não me interessa saber que planetas estão em quadratura com a lua. Quero saber se tocaste o âmago da tua dor, se as traições da vida te abriram ou se ficaste murcho e fechado por medo de mais dor! Quero saber se podes suportar a dor, minha ou tua, sem procurar escondê-la, reprimi-la ou narcotizá-la. Quero saber se podes aceitar alegria, minha ou tua; se podes dançar com abandono e deixares que o êxtase te domine até às pontas dos dedos das mãos e dos pés, sem nos dizeres para termos cautela, sermos realistas, ou nos lembrarmos das limitações de sermos humanos. Não me interessa se a história que me contas é a verdade. Quero saber se consegues decepcionar outra pessoa para seres autêntico contigo mesmo, se podes suportar a acusação de traição e não traíres a tua alma. Quero saber se podes ver beleza mesmo que ela não seja bonita todos os dias, e se podes procurar a origem da tua vida na presença de Deus. Quero saber se podes viver com o fracasso, teu e meu, e, ainda, à margem de um lago gritares para a lua prateada: Posso! Não me interessa onde moras ou quanto dinheiro tens. Quero saber se te consegues levantar após uma noite de sofrimento e desespero, cansado, ferido até os ossos, e fazer o que tem que ser feito pelos teus filhos. Não me interessa saber quem és e como vieste parar aqui. Quero saber se ficarás comigo no centro do incêndio e não te acobardarás. Não me interessa saber onde, o que, ou com quem estudaste. Quero saber o que te sustenta a partir de dentro, quando tudo à tua volta se desmorona. Quero saber se consegues ficar sozinho contigo mesmo e se, realmente, gostas da companhia que tens nos momentos vazios.
The invitation, inspirado por Sonhador da Montanha Oriah, índio ancião americano, Maio de 1994
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Felicidade e Hedonismo

Este texto anda actualmente a passear na net. Vamos ajudar a divulgá-lo.
A epidemia global está a alastrar a um ritmo vertiginoso. A OMB (Organização Mundial do Bem-Estar), prevê que biliões de pessoas serão infectadas no prazo de dez anos.
Os sintomas desta doença terrível:
1 - Tendência para ser guiado pela intuição pessoal em vez de agir sob a pressão dos medos, das premissas e condicionamentos do passado.
2 - Total falta de interesse em julgar os outros, julgar-se e interessar-se em tudo o que leva ao conflito.
3 - Perda total da capacidade de preocupar-se (este é um dos sintomas mais graves).
4 - Prazer constante em apreciar as coisas e as pessoas tal como elas são, causando a extinção do hábito de querer mudar os outros.
5 - Desejo intenso de se transformar positivamente para gerir constantemente os seus pensamentos, emoções, corpo, a sua vida e o seu ambiente físico de modo a desenvolver o seu potencial para a saúde, a criatividade e amor.
6 - Repetidos ataques de sorriso, aquele sorriso que diz "obrigado" e dá um sentido de unidade e harmonia com todas as coisas vivas.
7 - Abertura constantemente crescente ao espírito de infância, à simplicidade, ao riso e à alegria.
8 - Momentos cada vez mais frequentes de comunicação consciente com a alma, não-dual... Ser, o que dá uma agradável sensação de plenitude e felicidade.
9 - Prazer em comportar-se como curandeiro que traz alegria e luz, em vez de críticas ou indiferença.
10 - Capacidade para viver sozinho, em casais, em família e sociedade na fluidez e igualdade, sem se comportar como vítimas, mauzões ou salvadores.
11 - Sentimento de se sentir responsável e orgulhoso em oferecer ao mundo os sonhos de um futuro abundante, harmonioso e pacífico.
12 - Aceitação completa de sua presença na Terra e de escolher a cada momento, a beleza, a bondade, a verdade e a vida.
Se você quiser viver com medo, dependência, conflito, doença e conformismo, procure evitar contacto com pessoas com esses sintomas.
Esta doença é extremamente contagiosa !
Se, pelo contrário, você já tem os sintomas, saiba que sua condição é provavelmente irreversível.
O tratamento médico pode eliminar alguns sintomas temporariamente, mas não consegue resistir ao inevitável progresso da doença.
Nenhuma vacina anti-felicidade existe !
Como esta doença da felicidade causa uma perda do medo de morrer, que é um dos pilares centrais das crenças da sociedade materialista moderna, agitações sociais podem ocorrer, tais como greves do espírito guerreiro e da necessidade de ter razão, união de pessoas felizes para cantar, dançar e celebrar a vida, círculos de partilha e de cura, ataques de riso e celebração emocional e colectiva.
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