Portugal tem uma dívida externa bruta de 230 por cento (são só cerca de 410 mil milhões de euros que o esforçado primeiro-ministro demissionário nos deixou como herança). Sócrates deixa uma factura de 9,5 mil milhões de euros para pagar até 2015. O que quer dizer que o próximo Governo terá de acarretar a responsabilidade por estes encargos, assumidos pelos últimos dois (des)governos socráticos.
Mais de dois terços deste valor dizem respeito às PPP rodoviárias. Aparentemente, as sete SCUT, construídas durante o último (des)governo socialista de António Guterres, e as nove concessões rodoviárias lançadas desde que Sócrates chegou ao poder, em 2005, são as culpadas pela dimensão dos encargos financeiros do Estado.

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