Gosto do Natal porque o vejo exatamente da mesma forma como quando tinha cinco ou seis anos: a festa do nascimento de um homem bom, que enxotava os vendilhões, desprezava cobardes e não tinha medo de nada. Redescubro em cada Natal esse exemplo de força e alegria. Nunca me interessou perceber se Jesus era ou não filho de Deus - aliás, uma das coisas que aprendi com ele foi a não selecionar as pessoas pelos nomes de família. Basta-me que tenha existido.

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