Impressionante artigo publicado, hoje, no Observador sobre o caso de uma viúva cigana que fugiu da comunidade onde vivia para não ter que andar de luto. O caso passou-se em Lisboa. Ler o texto assinado por Sónia Simões obriga-nos a pensar acerca deste relativismo cultural travestido de multiculturalismo, que mais não é do que tolerar a intolerância e fechar os olhos às violações dos Direitos Humanos perpetradas por aquela etnia. Permitir que a barbárie se instale na porta ao lado, sob o pretexto de que se trata de uma cultura diferente da nossa, que vive sob a égide de leis ancestrais e imutáveis, é desvirtuarmos a essência da Liberdade.
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