Há filmes assim, fabricados aparentemente sem propósito e sem rumo definido. Sim, porque se a finalidade de Feliz dia para morrer for entreter a baixo custo e enriquecer os seus investidores, a fita não parece sequer cumprir tais metas (embora os resultados no box office tenham revelado o oposto).
Trata-se de um produto híbrido - ora parece filme de terror, ora parece thriller e, por vezes, não se quer levar a sério (o que não seria mau) fingindo ser comédia (e a escatologia mais reles também passa por aqui).
E, no final, era apenas uma variação inútil do clássico de Harold Ramis, O feitiço do tempo.
P.S.: Escrevi este breve texto em 2018 e, entretanto, o filme em análise foi objeto de uma sequela assinada pelo mesmo realizador e com a mesma protagonista. Trata-se de um daqueles casos em que a réplica (desta vez a brincar com o clássico de Robert Zemeckis, Regresso ao futuro II) é bem melhor do que o modelo original, sendo um digno objeto de puro entretenimento.

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