No dia 21 de agosto, o Banco de Potugal atualizou os valores do endividamento da economia portuguesa em junho de 2014, conclíndo-se que as administrações públicas e as grandes empresas não estão a quebrar o ciclo de contrair dívidas atrás de dívidas, anulando o esforço com que famílias e empresas de menor dimensão têm avançado desde a chegada da troika.
Novamente, um país a duas velocidades, em que os que têm menos recursos fazem o esforço do tão desejado ajustamento orçamental, e os mais ricos - e, já agora, mais exploradores - esbanjam e pedem ainda mais.

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