segunda-feira, 13 de outubro de 2014

"Lucy" - o sentido da existência, segundo Luc Besson (1)

O nome de Luc Besson é já uma marca internacional associada a um cinema global ou além-fronteiras. Mais que um cineasta, produtor, argumentista e escritor francês, Besson é um artista do mundo. Curiosamente, e ao contrário do que muitos pensam, não tem traçado o seu caminho imitando o cinema americano mas sim criando o seu próprio percurso, a sua singular estética e a sua marca autoral. Além disso, é um empresário de sucesso capaz de investir em filmes altamente lucrativos. Relembre-se, a título de exemplo, fitas tão icónicas como: Vertigem Azul (1988), Nikita (1990), Leon, o profissional (1994), O 5º elemento (1997), Joana d'Arc (1999) ou Artur e os minimeus (2006), clássicos inquestionáveis da cultura popular dos séculos XX e XXI. Aqui para o escriba, no cinema como na vida, não há amor como o primeiro, por isso continuo a eleger Subterrâneo (1985) como a melhor obra de Luc Besson.

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