Publicada entre 1967 e 2010, a célebre banda desenhada (BD) francesa Valérian e Laureline foi um dos elementos-chave que esteve na génese de A Guerra das Estrelas, o episódio IV (mas cronologicamente a primeira produção da icónica série de George Lucas) realizado em 1977.
Luc Besson, desde a infância fã da referida BD e cineasta que ostenta os melhores pergaminhos na área do cinema do cinema de ficção científica (são dele as fitas O Último Combate, O 5º Elemento e Lucy), transpôs agora para a tela a adaptação mais fiel de Valérian e Laureline naquele que ficará como o melhor filme de entretenimento do verão de 2017 - Valerian e a Cidade dos Mil Planetas.
Com Dane DeHaan e a belíssima Cara Delevigne nos papéis principais (eles são, precisamente, Valerian e Laureline, agentes espaciais que procuram manter a paz entre os mundos dos humanos e de civilizações extraterrestres, que embarcam numa missão para proteger a diversa metrópole Alpha), que outro cineasta conseguiria reunir no mesmo filme um elenco constituído por nomes como Ethan Hawke, Rutger Hauer, Herbie Hancock, Clive Owen, Mathieu Kassovitz, John Goodman e até Rhianna? Se mais não bastasse, eis a prova do prestígio internacional do realizador gaulês, indubitavelmente um autor de culto.

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