quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

O Afeganistão também somos nós

Uma mulher afegã foi violada pelo marido de uma das primas. Não contou a ninguém, mas dessa divulgação resultou uma gravidez. Foi julgada por adultério e condenada a 12 anos de prisão. Há dois anos que cumpre a pena com a sua filha. Para poder sair em liberdade foi-lhe dada a possibilidade de casar com o seu agressor. Mesmo que decida casar-se, esta jovem de 21 anos corre perigo de vida por ter "desonrado" a sua família e a do agressor. A dignidade humana no Afeganistão não tem qualquer valor. Perto do Natal é fundamental refletirmos sobre o privilégio de sermos europeus e tomarmos consciência de que não há crise pior que a crise de valores éticos.

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