sábado, 5 de agosto de 2017

"Cinzento e Negro" - thriller existencialista em mãos de mestre


Com partitura composta por Mário Laginha, direção de fotografia de André Szankowski, interpretações perfeitas de Filipe Duarte, Miguel Borges, Joana Bárcia e Mónica Calle, argumento e realização do mestre Luís Filipe Rocha, Cinzento e Negro só podia ser a pérola insinuante que é. Um filme que é também uma homenagem aos Açores, território que Rocha já tinha captado em toda a sua luminosidade na obra "Adeus, Pai" (1996). 

Daqui a 20 anos, Cinzento e Negro figurará, com certeza, como um dos grandes filmes portugueses do século XXI.

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