O antecessor do atual autarca de Castelo Branco (cf. post de 22 de julho), Joaquim Morão (também do PS), está a ser investigado por suspeitas relacionadas com a gestão da Santa Casa da Misericórdia de Idanha-a-Nova, da qual é provedor há 20 anos. A investigação incide sobre a construção de uma Unidade de Cuidados Continuados, obra no valor de 2,4 milhões de euros que foi adjudicada em 2010 à Constrope, uma empresa da qual o invejável amigo e financiador do engenheiro José Sócrates, Carlos Santos Silva, foi um dos donos. O curioso (e nada suspeito!) é que a concessão foi feita por ajuste direto, sem concurso público. E falamos apenas de 2,4 milhões de euros.

Sem comentários:
Enviar um comentário