De Justin Lin provavelmente não se pedia mais do que continuar a olear o franchising de sucesso (sobretudo, nos EUA), Star Trek, que já fatura há cerca de seis décadas, mas o que se assistie em Star Trek: Além do Universo é um produto confrangedor, construído a partir de um argumento (co-assinado por Simon Pegg!) que em nada dignifica a mítica série de ficção.

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