Por vezes, é necessário interromper o fluxo das ideias e deixar o pensamento repousar como uma folha em queda outonal lenta, deixando-se cair levemente sobre a terra molhada. E, em tempos de crise de afectos e de decréscimo económico, ético e cultural de uma nação à qual pertencemos e não temos como escapar, parar para reflectir sem pressões e prazos é fundamental. Trata-se de criar condições que permitam à alma voltar a crescer. Sim, interromper para não estagnar. Renascer. É disso que se trata. Estranho paradoxo que conduz ao progresso interior. Em tempos de crise...
Venha Dezembro!

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