Richard Osman conseguiu cumprir com sucesso o projeto pessoal de escrita de um primeiro romance. E desenganem-se aqueles que pensam que um livro comercial não pode ter qualidade. É que, em boa verdade, O Clube do Crime das Quintas-Feiras está muito bem escrito. Trata-se de uma obra leve, claro, mas com uma trama urdida com classe e personagens que facilmente transpõem os limites próprios da ficção para a realidade. Há, no entanto, um pormenor na estrutura narrativa que Osman poderia ter claramente evitado: a inserção de registos do diário da personagem Joyce.

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